Sexta-feira, 15 de Fevereiro de 2008
Now in 'Ingleesh'

 

A foo veeks egu I fuoond oooot thet Guugle-a ooffffers zee pusseebility tu use-a zee 'lungooege' ooff zee femuoos Svedeesh Cheff frum Zee Mooppets. Thees oopens a brefe-a noo vulrd ooff pusseebilities! Here-a I leefe-a my humege-a tu thet cherecter vhu mede-a (mekes) genereshuns loogh.


Estou: Bork, bork, bork!
Trapalhada:

desinfectado por Jonas às 15:59
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 30 de Março de 2007
Plate of The Day
Double Touch or Biftek With an Horseback Ridding Egg


Trapalhada: , ,

desinfectado por Jonas às 12:47
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 12 de Março de 2007
... Ou Conan, o Bárbaro


Que merda de título é este? E já agora, bardamerda para o senhor!


desinfectado por Jonas às 11:45
link do post | comentar | ver comentários (5) | favorito
|

Terça-feira, 6 de Março de 2007
Long Due Joke #2

Ok, eu sou um idiota...

Trapalhada: ,

desinfectado por Jonas às 13:11
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Segunda-feira, 5 de Março de 2007
Long Due Joke
It's a shame to go to Amsterdam and not seeing those damned hamsters!

Pronto! Tinha de mandar esta piadola mais tarde ou mais cedo...

Trapalhada: ,

desinfectado por Jonas às 11:44
link do post | comentar | ver comentários (5) | favorito
|

Sexta-feira, 16 de Fevereiro de 2007
Situações Desnecessárias
Quando se trata de relações em que não interessa ser-se desagradável, ou melhor, demasiado frontal colocam-se-nos situações embaraçosas e desnecessárias. O caso é simples:

Alguém que conhecemos, não uma pessoa chegada como um amigo ou coisa que o valha, fala-nos da namorada. Não a conhecendo nós, saca da carteira a foto tipo passe da criatura enquanto lhe tecem todo o género de elogios maravilhosos. Por fim, mostrando a foto e, mesmo que a donzela não seja um grande camafeu mas apenas não tenha gracinha nenhuma, pergunta-nos num tom de retórica:

"E é gira, não é?"

Como é que se descalça uma bota destas? Sendo um amigo que prezamos o instinto ditaria uma chamada à realidade:

"Achas que sim? Pode ter muitas qualidades, até ter um corpinho do caraças que não dá para ver na foto do L-123, mas beleza não tem muita, com certeza! Não digas isso a mais ninguém!"

Um amigo merece um tratamento de choque como este, não é agradável mas é devido, the right thing to do. Agora um mero conhecido ou colega vai ter de passar com um simples aquiescer pouco convincente, um sorriso amarelo e uma tentativa descarada de mudança de assunto.

Mas há senhores que não têm olhos? Será o amor mesmo cego ou apenas cega as pessoas? Enfim, o que tem gente feia e quem sou eu? Mas estas situações são como quem come queijo de Nisa sem admitir que tresanda a chulé. Ou pior: que afirme que lembra ao aroma de prados fresquinhos!

Trapalhada: , ,

desinfectado por Jonas às 10:11
link do post | comentar | favorito
|

Quarta-feira, 14 de Fevereiro de 2007
Fruta da Época


E sonido apropriado (não pode faltar nos dias que correm):


desinfectado por Jonas às 11:57
link do post | comentar | favorito
|

Sexta-feira, 26 de Janeiro de 2007
Balofo
Esta noite senti-me inchado, balofo de orgulho. Estatelado no meu sofá baratucho do IKEA olhei em redor e, pela primeira vez, senti e disse para comigo:

"Esta merda é minha, toda minha!"

Trapalhada: ,

desinfectado por Jonas às 11:43
link do post | comentar | ver comentários (4) | favorito
|

Algo Está Podre no Reino da Dinamarca
Eu não iria tão longe, pelo pivete, acho que algo está podre no Metro de Lisboa. Que fedor do diabo, em bem sei que está frio mas não custa nada um gajo lavar-se nem que seja só por baixo.

Enfim, não fora a mariazinha que vinha com aqueles sapatinhos de salto tipo agulha a viagem teria sido uma merda completa. Mas, vendo bem, também não era daquelas que levasse para casa, tinha pinta de quem ia implicar com a bolinha de cotão que tenho debaixo da cama e acabava por me tirar a pica toda.

Deixá-la ir!


desinfectado por Jonas às 11:39
link do post | comentar | favorito
|

Segunda-feira, 22 de Janeiro de 2007
Este Estabelecimento Serve Caçadores(as), Pescadores(as) e Outros(as) Mentirosos(as)

Com o que aqui vem corro o risco de parecer um pouco reaccionário e/ou talvez até um pouco labrego, mas enfim, lá terei de me aguentar.

Mulheres e as suas modernices, já soltei por aqui e por ali, no meio de muita verborreia gratuita, umas quantas loas sarcásticas sobre o assunto. Note-se que sou pela igualdade de direitos e emancipação feminina. Tenho alguns problemas, venho do campo logo carrego uma boa dose de borreguice que tento exorcizar. Melhor: não estou completamente (longe disso, aliás) livre de preconceitos e estereótipos de macho saloio mas tento, assim que note, corrigi-los e fazer com que na minha cabecita habitem ideias menos preconcebidas e modernaças.

Estou com estas baboseiras todas a tentar não passar por nenhum carroceiro, calhando é pior. Não sei.

Muito bem. Fumar, beber, conduzir, dizer palavrões, ser independente, arranjar empregos de jeito e essas coisas todas da mulher moderna não eram novidade nenhuma para mim. Coisa nova foi outra que comecei a notar recentemente: A forma como contam histórias, ou melhor, o tipo de histórias que senhoras e meninas vão contando. São tretas cada vez mais masculinizadas, quase de tasca por vezes. Daí o título deste post. Parece que legalmente os anúncios de oferta de emprego não podem ser discriminatórios ao nível do género. Terão de assumir sempre uma forma semelhante a “Sopeira(o) precisa-se”, “Sapateiro(a)...” e etc...

Os típicos azulejos das casas de pasto por este país fora não tardarão a exibir dizeres como “Este Estabelecimento Serve Caçadores(as), Pescadores(as) e Outros(as) Mentirosos(as)” a bem da igualdade.
Ora, direitos iguais, muito bem! E se tens o direito, fá-lo! Correcto? Talvez nem tanto.

Fumar? Ok, embora faça um mal do caraças talvez seja o menor. Acredito que um cigarrinho em determinadas ocasiões como depois de uma boa refeição, uma queca (boa ou má) e sei lá mais o quê proporcione um prazer honesto que desconheço mas qualquer fumador atestará.

Contar tretas sobre o fabuloso consumo do automóvel? O tempo que se fez do Algarve a Lisboa? A carapuça que se enfiou ao agente da imobiliária que vendeu a casa? Isto é quase o tipo de coisas que um bebedolas contaria ao outro com a barrigana encostada ao balcão e com as calças caídas a mostrar o refego peludo do rabo.
Ir à tropa, tornar-se uma criatura desmiolada que berra por tudo e por nada agarrada a uma G3 ou conduzir uma Berliett? Para quê querer fazer estas coisas todas que já são sobejamente beras para qualquer macho?

Mas o que me ficou mesmo atravessado foi a questão das tretas e bazófias. Levem lá todos os direitos e mais alguns, mas usufruam, por favor, dos que são bons. E com uma nova fineza que acredito que um toque feminino sério pode trazer.

As machices também podem levar uns acertos. Ah, o que eu gosto de agarrar uma pelas ancas com força e dizer que “agora eu é que sei” e mais umas badalhoquices. Mas isto só a brincar. É isso, façamos as coisas assim: os direitozinhos todos para uns e para outros e continuemos machos e fêmeas num jogo salutar.

A história das lérias é que me tira mesmo a tusa toda.


Trapalhada: , ,

desinfectado por Jonas às 10:38
link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

Eu
Remexer
 
Últimos

Now in 'Ingleesh'

Plate of The Day

... Ou Conan, o Bárbaro

Long Due Joke #2

Long Due Joke

Situações Desnecessárias

Fruta da Época

Balofo

Algo Está Podre no Reino ...

Este Estabelecimento Serv...

Fossa Séptica

Julho 2008

Junho 2008

Maio 2008

Abril 2008

Março 2008

Fevereiro 2008

Janeiro 2008

Dezembro 2007

Novembro 2007

Abril 2007

Março 2007

Fevereiro 2007

Janeiro 2007

Dezembro 2006

Novembro 2006

Outubro 2006

Setembro 2006

Agosto 2006

subscrever feeds
Trapalhada

todas as tags